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PLANETA QUE CHORA

Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna

Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?

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Do Melhor Linkk | del.icio.us

Comentários(17) »

  1. Luiz Domingos de Luna — 02-04-2008 - 12:43:00 GMT -3

    Luiz Domingos de Luna Diz:

    2/04/08 às 11:30
    Drogas.
    Luiz Domingos de Luna

    Entrando numa fila
    Do claro ao escuro
    Um quintal sem muro
    Acaba-se a vida

    Veneno entupidor
    Do equilíbrio existencial
    Onda sedenta do mal
    Do martírio a dor

    Ego dilacerado
    Corpo viciado
    Dependência doentia
    Vida de agonia
    Prazer que mata
    Distrai, destrói
    Corrompe a alma
    Cega o espírito
    Assassina o ser
    É o começo do fim
    O fim que se vive
    O fim que se irá viver?

    Deixe seu Comentário

  2. Luiz Domingos de LUna — 02-04-2008 - 12:46:24 GMT -3

    Triste sina
    Luiz Domingos de Luna
    Que triste sina esta minha!
    De nascer neste torrão
    Pegado na mão da miséria
    E agarrado no fracasso
    Tem que ter nervo de aço
    Para não virar pedaço
    E suportar a aturação
    O poeta é graduado
    Mas sem anel ou anelado
    Não vai mudar o estado
    Da nossa situação
    Convidei os folcloristas
    Para assistir nosso forró
    Sem sanfona, sem zabumba.
    Sem triângulo e sem suor
    O teclado agora berra
    Não tem mais o pé de serra
    Não sei se acerta ou erra
    Quem tirou o pão de ló
    Fomos olhar a boiada
    Que era tangida na estrada
    Pois o chocalho se ouviu
    Que boiada que nada
    Era um coitado que cantava.
    E seu nome era Brasil.
    Convidamos toda a mídia
    Jornal, rádio e televisão.
    Todos gritaram a uma só voz
    É uma doença que
    Atingiu o seu coração
    É um vírus persistente,
    É uma força onipresente
    O seu nome é conhecido
    É um bicho bem sabido
    O nome é corrupção
    Ataca a democracia
    Corrói a instituição
    O direito se esfarela
    Pois até a sua costela
    Vira massa de construção
    Acaba-se o operário
    Ou espertalhão ou otário
    Eis aí a prescrição
    Dá uma febre danada
    O termômetro não
    Baixa nada
    Pois pode olhar a pesquisa
    Só se olha o do outro
    Que se visa
    Não tem mais o cidadão,
    São espertos, vivo, sortudo, sabido?
    Todos são conhecidos
    Mas não com nome
    De ladrão.
    Quem falar isso é mentiroso, não é patriota,
    Não passa de um agiota
    Que quer loar a vernaculação
    Cadê a ética, a cidadania.
    A dignidade, a família.
    O Estado.
    A sociedade, o contrato social,
    Ainda bem que a justiça
    É cega,
    O futuro se encerra,
    Em mais um filme
    Que todo mundo viu,
    A imprensa não foi silenciada,
    Mas, por mais grito,
    Mais grito, mais roucada,
    Mais dia, menos dia
    Fica calada, pois é um grito
    Que ninguém quer ouvir mais não.
    É o dia da diária
    A quinzena da
    quinzenada
    É a mensalada do
    mensalão
    É o grito da boiada que
    Ficou para trás não
    Tem mais boiada não.
    É o sertão que virou mar
    É o mar que
    Virou sertão.

  3. Luiz Domingos de Luna — 02-04-2008 - 12:49:08 GMT -3

    A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração

  4. Luiz Domingos de Luna — 02-04-2008 - 12:51:41 GMT -3

    Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

  5. Luiz Domingos de Luna — 02-04-2008 - 12:54:36 GMT -3

    DOMINGOS DE LUNA
    Remoção
    Luiz Domingos de Luna

    03/01/2008 01:29

    Qual a mensagem dos tempos de outrora?
    se cada corpo já foi consumado,
    ainda hoje está sendo transformado.
    O modo do passado é o mesmo do agora.
    A matéria se diz evoluida,
    porque não vê o golpe da separação.
    O lugar dos que foram é o mesmo
    dos que vão
    E assim a moda passa e fica a vida
    É um estar na vida momentânea
    que nos deixa e segue a caminhada
    do passado fica só a malha armada
    Para, que pena! - entrar os contemporâneos
    As inteligências interrogam o mistério,
    do mesmo modo que já foi interrogado
    o futuro continuará a ser passado
    os que chegarem, adotarão este critério
    E o que se vê é uma fase remavida
    que cada um de qualquer maneira leva
    não se fala se tem ou não reserva
    e assim vai o remo e fica a vida.

    ——————————————————————————–

    Luiz Domingos de Luna Diz:

    7/01/08 às 10:08
    Abaixo o Preconceito

    Chaga de pechas,
    diferentes.. excluidos…
    ou o que for.
    Quebrai senhor as arestas
    trazei um mundo hetrogeneo e diluido
    Irmão da sua orientação, você é senhor
    Abri as portas da mente
    semai a semente
    de um mundo multicolor
    vivei a plentitude
    vivei a a liberdade
    cuidai da responsabilidade
    da sua sexualidade, você é o senhor.
    nós somos todos contribintes
    não somos ouvintes de um canto de dor
    vivei a liberdade
    Respeito e Responsabilidade
    para um mundo promissor.

    É um grande desperdício

    Ao irmão discriminar

    qual seja sua orientação

    ou sua forma de pensar

    pois quando eu externo opinião

    espero me respeitar

    mas como posso exigir isso

    se não sei: ao outro tolerar?

    precisamos entender

    a heterogenia social

    para não ignorar

    a opção existencial

    é o estilo do homem

    de uma sociedade - a acelerar

    chega de rótulos idiotas

    de preconceitos rotulados

    lutemos pela liberdade

    harmonia da sociedade

    e da vida só bem estar

    deixai aos seres humanos

    a sua paz,

    liberdade

    de ser,

    de viver,

    De pensar.

    Pois todos somos iguais

    na biologia molecular

    fomos e somos

    46 cromossomos.

    compreenda as preferências

    entenda as diferenças

    para poder se respeitar.”

    Luiz Domingos de Luna

    Luiz Domingos de Luna Diz:

    9/01/08 às 10:06
    O Tempo

    Luiz Domingos de Luna

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influencia
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar

    Luiz Domingos

  6. Luiz Domingos de Luna — 19-04-2008 - 02:43:30 GMT -3

    Menina de Luz!
    Luiz Domingos de Luna
    Enquanto a sociedade não repensar um conceito de família baseado no amor, na plenitude da felicidade e no entranhamento de almas, visando a conforto espiritual na profundidade da psique humana, todo o tecido social sofre se abala e chora.
    Menina de Luz!

    No túnel do tempo
    Os arranjos a rondar
    Em um mundo a rodar
    Na dor do momento

    É hora de pensar
    Os novos arranjos
    Ou então mais anjos
    O preço a pagar

    Qual o defeito?
    Da imantação
    Em combinação
    Que não vai fechar

    Sofre a menina
    De uma, psicologia assombrada.
    Duma ligação quebrada
    De sonhos caídos

    O Íntimo do ser
    Que não vai untar
    Uma união que não une
    Que teima em quebrar

    Quem acredita chora
    Não tem simplicidade
    O psicológico arrasado
    E o mundo evapora
    Um anjinho subindo
    Um mundo sumindo
    Não tem mais amor

    Cuidai senhor!
    Da mártir da hipocrisia
    Da força doentia
    De um amor enganador

    Subiste ao céu
    È o seu atesto
    Um mundo desonesto
    Rasgaste o véu

    Derramai leite e mel
    Nesta sociedade
    Lama da maldade
    O gosto do fel.

    Foste o exemplo
    Já se viu o fracasso
    A fragilidade do aço
    Da mente doentia
    Foste sadia,
    Sábia revelação
    Da falsa união
    Revelaste a hipocrisia
    • volta
    • Topo
    ________________________________________

  7. Luiz Domingos de Luna — 29-04-2008 - 14:52:29 GMT -3

    O Tempo

    Luiz Domingos de Luna

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influência
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar.

    Assim, meu irmão
    faça algo
    pela sociedade
    que fica a esperar
    a sua contribuição
    para uma nova nação
    vamos edificar ?
    Email:: deuteronomioarte@bol.com.br
    URL:: http://www.meninodeusaurora.com.br

  8. Luiz Domingos de Luna — 29-04-2008 - 14:54:16 GMT -3

    Drogas.
    Luiz Domingos de Luna

    Entrando numa fila
    Do claro ao escuro
    Um quintal sem muro
    Acaba-se a vida

    Veneno entupidor
    Do equilíbrio existencial
    Onda sedenta do mal
    Do martírio a dor

    Ego dilacerado
    Corpo viciado
    Dependência doentia
    Vida de agonia
    Prazer que mata
    Distrai, destrói
    Corrompe a alma
    Cega o espírito
    Assassina o ser
    É o começo do fim
    O fim que se vive
    O fim que se irá viver?

  9. Luiz Domingos de Luna — 29-04-2008 - 14:57:01 GMT -3

    O Obsoleto
    Luiz Domingos de Luna
    - Por que tenho que respirar?
    Pisar na terra, no solo, na água e no mar.
    Agarrado à gravidade
    Para uma besta morte, me levar.
    -Não dar para ser diferente?
    Tenho que ser dependente
    Da terra, do fogo, da água e do ar?
    -Por que não sou uma semente?
    Para o sopro de a vida continuar
    -A clorofila eu sei processar
    Ao ar, não preciso contaminar.
    Tenho meu próprio alimento
    Na terra, no fogo, na água e no mar,
    Um planeta livre, rotativo.
    - Tem como ficar torto
    Não, morto? - não
    Com certeza
    Está vivo.”

  10. Luiz Domingos de Luna — 29-04-2008 - 14:59:13 GMT -3

    Humano é que sois

    Numa noite estrelada
    Pedaços de vida
    Não tem saída
    No chão da calçada

    Sem vestígio, sem nada
    Tão pequenina
    Garota menina
    Morte agonizada

    Qual o foi o martírio
    De tão grande dor
    Não tem mais amor
    O último suspiro

    Aonde chegamos ?
    Onde vamos chegar?
    Em quem confiar
    É só desenganos

    O convívio se esconde
    É o monstro, o drácula conde.
    Ou o novo monstro se esconde
    Ou naturalização do mal

    Senhor tende piedade
    Livrai as criancinhas
    Do ponto as linhas
    Fugi da maldade
    Um mundo ofegante
    Com luz e com fé
    Com alma humana
    A força que emana
    De uma civilização
    Exclui o ódio
    A monstruosidade
    O poder da maldade
    Semeai a luz !
    Em todos os corações

    Luiz Domingos de Luna Diz:

    18/04/08 às 22:59
    Menina de Luz !

    No túnel do tempo
    Os arranjos a rondar
    Em um mundo a rodar
    Na dor do momento

    É hora de pensar
    Os novos arranjos
    Ou então mais anjos
    O preço a pagar

    Qual o defeito?
    Da imantação
    Em combinação
    Que não vai fechar

    Sofre a menina
    De uma, psicologia assombrada
    Duma ligação quebrada
    De sonhos caídos

    O Íntimo do ser
    Que não vai untar
    Uma união que não une
    Que teima em quebrar

    Quem acredita chora
    Não tem simplicidade
    O psicológico arrasado
    E o mundo evapora
    Um anjinho subindo
    Um mundo sumindo
    Não tem mais amor

    Cuidai senhor!
    Da mártir da hipocrisia
    Da força doentia
    De um amor enganador

    Subiste ao céu
    È o seu atesto
    Um mundo desonesto
    Rasgaste o véu

    Derramai leite e mel
    Nesta sociedade
    Lama da maldade
    O gosto do fel.

    Foste o exemplo
    Já se viu o fracasso
    A fragilidade do aço
    Da mente doentia
    Foste sadia,
    Sábia revelação
    Da falsa união
    Revelaste a hipocrisia.

  11. Luiz Domingos de Luna — 27-05-2008 - 10:58:48 GMT -3

    Ao fazer a republicação( tabalhos acadêmicos, sites , blogs) dos trabalhos do professor Luiz Domingos de Luna, não contate o autor, porém cite: autor, obra e a fonte.
    Atenciosamente,
    Luiz Domingos de Luna

  12. Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 10:24:58 GMT -3

    Reflexo da Fé

    A inteligência consome o meu espírito
    Para tudo tenho uma explicação
    Sou resultado de uma evolução
    Assim, sou finito ou infinito?

    Construo a grandeza artificial,
    Por isto sou grande e efervescente
    Mas de manhã quando olho o nascente
    Vejo algo mais perfeito e natural

    O que faço vejo sem igual,
    Pois ao instinto, digo -inteligência.
    Ao ser humano isto é essência?
    Irracional tendo, a minha é especial.

    Sou pequena matéria atrevida
    Que vive no minúsco habitado
    O agrupamento da soma e resultado
    Sou o aqui da minha e tua vida

    Mas se o ar que faço não respiro
    Onde está minha potência e grandeza
    É destruir a natureza?
    Sim, -mas…a admirá-la, me admiro.

    Sendo ou não religioso
    O ar de inferioridade me domina
    A beleza natural que me fascina
    O Infinito deslumbrante e misterioso

    Fonte:Fonte:O Globo.mobi :: Blog :: Comentários
    moglobo.globo.com/blogs/comentarios.asp?post=97697&
    t=O+novo+mundo&n=Blog+de+anota%E7%F5es&q=1… - 18k -

  13. Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 18:57:55 GMT -3

    Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar é o ser
    É o Poder é o ter
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada a terra o chão

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal.
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teimando em voltar.

    Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

  14. Luiz Domingos de Luna — 05-07-2008 - 16:45:25 GMT -3

    A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

  15. Luiz Domingos de Luna — 15-07-2008 - 13:09:02 GMT -3

    Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

  16. Luiz Domingos de Luna — 15-08-2008 - 23:56:12 GMT -3

    A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

  17. Luiz Domingos de Luna — 15-08-2008 - 23:56:41 GMT -3

    A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

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